Vampiro Aelfric
Clan:
Descrição do personagem
"VAMPIROS! Eternas criaturas noturnas! Que seu legado permaneça nas mentes dos homens através da sua sedução, do seu prazer e da sua fome que será sempre... Insaciável... " Bem-vindos Ao Meu Mundo!
Nunca estas palavras me soaram tão estranhas como naquele momento. Ao meu redor eu olhava nos olhos daqueles a quem eu chamava de Irmãos e por quem eu daria minha vida. E eles me olhavam com ar de superioridade, zombando de minha frágil situação.
Bastava que um de meus Irmãos viesse em meu auxílio para que eu não fosse banido do local que foi meu lar por séculos. Mas a inveja que via em cada rosto me empurrava cada vez mais para longe de minha família.
Por várias gerações eu fui o preferido de meu Pai, e isto sempre causou ciúmes.
Será que ninguém entendia que eu não tinha culpa de ser o preferido? Como poderia eu rejeitar o amor que meu Pai me dedicava?
Mas todo este amor só me cegou de orgulho e não foi suficiente para que eu enxergasse a névoa de traição que pairava sobre mim, sempre sendo espreitado, com todos esperando uma falha minha para me crucificarem novamente.
E então aconteceu.
Por um segundo eterno todos os dedos me apontavam e me acusavam de querer tomar o lugar de meu Pai. E tão sórdida armadilha me pegou, como um arpão que atravessa a carne e rasga o peito. Até que Ele mesmo acabou acreditando em meus traidores.
E Ele me baniu.
E por toda a eternidade meu verdadeiro nome foi proibido de ser pronunciado, se perdendo ao vento, e meus feitos foram apagados dos livros sagrados. Só me sobraram a vergonha e o tormento.
Tive de adotar nova identidade, recebendo um nome que atormentava minha mente, Aelfric.´., o amaldiçoado.
Meu castigo é caminhar entre os humanos, sendo obrigado a me alimentar com seu sangue impuro, sem o direito à morte, sem o direito à vida.
O sol queima minha pele, me impedindo de ter um mínimo de sensação de vida. Por isso tenho as sombras como companhia.
Um simples crucifixo pode me machucar, o mesmo ao qual eu devotei toda minha existência e pelo qual eu morri entre os humanos.
Desde então a ira me move, na eterna agonia de saber que nunca terei a paz eterna.
Não tenho misericórdia, pois tomo vidas e faço delas uma extensão da angústia que me consome. Se eu sofro, todos sofrerão comigo.
Pena é para fracos e não há espaço no mundo para quem não é forte. Por isso devoto minha existência a acabar com as vidas que não têm sentido, pois desprezo aqueles que não sabem dar valor à vida que têm.
E nesta queda encontrei outros como eu, que foram desprezados, traídos e banidos. Unindo nossas forças e minimizando nossas fraquezas. Esta foi a forma que encontramos de nos proteger mutuamente.
Somos o que de pior pode haver entre os humanos, por isso todo cuidado é pouco. Podemos estar ao seu lado, esperando somente uma chance de tomar sua vida. E não haverá piedade.
Nunca estas palavras me soaram tão estranhas como naquele momento. Ao meu redor eu olhava nos olhos daqueles a quem eu chamava de Irmãos e por quem eu daria minha vida. E eles me olhavam com ar de superioridade, zombando de minha frágil situação.
Bastava que um de meus Irmãos viesse em meu auxílio para que eu não fosse banido do local que foi meu lar por séculos. Mas a inveja que via em cada rosto me empurrava cada vez mais para longe de minha família.
Por várias gerações eu fui o preferido de meu Pai, e isto sempre causou ciúmes.
Será que ninguém entendia que eu não tinha culpa de ser o preferido? Como poderia eu rejeitar o amor que meu Pai me dedicava?
Mas todo este amor só me cegou de orgulho e não foi suficiente para que eu enxergasse a névoa de traição que pairava sobre mim, sempre sendo espreitado, com todos esperando uma falha minha para me crucificarem novamente.
E então aconteceu.
Por um segundo eterno todos os dedos me apontavam e me acusavam de querer tomar o lugar de meu Pai. E tão sórdida armadilha me pegou, como um arpão que atravessa a carne e rasga o peito. Até que Ele mesmo acabou acreditando em meus traidores.
E Ele me baniu.
E por toda a eternidade meu verdadeiro nome foi proibido de ser pronunciado, se perdendo ao vento, e meus feitos foram apagados dos livros sagrados. Só me sobraram a vergonha e o tormento.
Tive de adotar nova identidade, recebendo um nome que atormentava minha mente, Aelfric.´., o amaldiçoado.
Meu castigo é caminhar entre os humanos, sendo obrigado a me alimentar com seu sangue impuro, sem o direito à morte, sem o direito à vida.
O sol queima minha pele, me impedindo de ter um mínimo de sensação de vida. Por isso tenho as sombras como companhia.
Um simples crucifixo pode me machucar, o mesmo ao qual eu devotei toda minha existência e pelo qual eu morri entre os humanos.
Desde então a ira me move, na eterna agonia de saber que nunca terei a paz eterna.
Não tenho misericórdia, pois tomo vidas e faço delas uma extensão da angústia que me consome. Se eu sofro, todos sofrerão comigo.
Pena é para fracos e não há espaço no mundo para quem não é forte. Por isso devoto minha existência a acabar com as vidas que não têm sentido, pois desprezo aqueles que não sabem dar valor à vida que têm.
E nesta queda encontrei outros como eu, que foram desprezados, traídos e banidos. Unindo nossas forças e minimizando nossas fraquezas. Esta foi a forma que encontramos de nos proteger mutuamente.
Somos o que de pior pode haver entre os humanos, por isso todo cuidado é pouco. Podemos estar ao seu lado, esperando somente uma chance de tomar sua vida. E não haverá piedade.
Estatísticas
| Total da pilhagem: | 7.312,60 Litro de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 0 |
| Combates: | 21 |
| Vencidos: | 13 |
| Derrotas: | 8 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 0,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 0,00 ![]() |
| Danos causados: | 1191.49 |
| Danos sofridos: | 1448.88 |
Atributos de Aelfric:
| Nível do personagem: | Nível 8 |
| Força: | ![]() (16) |
| Defesa: | ![]() (15) |
| Agilidade: | ![]() (16) |
| Resistência: | ![]() (15) |
| Habilidade: | ![]() (15) |
| Experiência: | ![]() (264|320) |
As estatísticas da página ancestral Aelfric
| Desafios tentados: | 0 |
| Desafios bem sucedidos: | 0 |
| Desafios perdidos: | 0 |
O guarda de Aelfric
| Gênero de guarda: | Cão de Caça |
| Nome do guarda: | Thor |
| Ataque: | ![]() (4) |
| Defesa: | ![]() (4) |
| Resistência: | ![]() (4) |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | 26-30 Ano |
| Localidade: | --- |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | --- |
| Yahoo: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber | --- |
| Skype | --- |
Arena
Aelfric Ainda não atingiu um ranking especial na arena.


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(264|320)