Foi criado por Ancestrais dos vampiros 09.04.2009 às 04:28:47
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A pé e de coração leve
eu enveredo pela estrada aberta,
saudável, livre, com o mundo à minha frente,
à minha frente o longo atalho pardo
levando-me aonde eu queria.
(...)
Ó estrada minha e de todos,
o que posso lhe dizer
é que não tenho medo de deixá-la,
por mais que a ame: você me expressa melhor
o que eu expresso a mim mesmo,
você há de ser para mim
mais que o meu poema.
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Desejo dizer uma palavra em nome da liberdade absoluta, em nome da natureza, em nome da amplidão, que contrastam tanto com a liberdade e a cultura opressivas da cidade. Em todo o decurso da minha vida só encontrei uma ou duas pessoas que compreendiam a arte de caminhar, isto é, de andar a pé – que tinham o gênio, por assim dizer, do sautering, palavra esplendidamente derivada de ‘pessoas vadias que erravam pelo país, na Idade Média, sob o pretexto de irem a la Sainte Terre, até as crianças exclamarem ‘lá vai um Sainte-terrer’, um saunterer.(...) Os que se deixam ficar em casa, quietos e calados, sempre e sempre, podem ser os maiores errantes, mas o saunterer, não é mais errante do que o rio sinuoso cujo propósito é encontrar o caminho mais curto para o mar. (...) Sou capaz de andar facilmente dez, quinze, vinte, qualquer número de milhas, começando da minha porta, sem parar em qualquer casa, sem atravessar uma estrada exceto nos trechos em que as próprias raposas e doninhas são obrigadas a fazê-lo e, do alto das colinas, posso ver a civilização e suas construções. O homem, seus negócios, a Igreja, o Estado, a escola, o comércio, a agricultura, a política – folgo em ver a insignificância do espaço que ocupam na paisagem. Ah, mas cada vez derrubam-se mais florestas, surgem novas cercas... Temo o dia que há de chegar em que não poderemos caminhar pelas matas sem ter que cruzar por propriedades particulares.
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Caminhante, são teus rastos
o caminho, e nada mais;
caminhante, não há caminho,
faz-se caminho ao andar.
Ao andar faz-se o caminho,
e ao olhar-se para trás
vê-se a senda que jamais
se há-de voltar a pisar.
Caminhante, não há caminho,
somente sulcos no mar.
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Luas e sóis são viajantes da eternidade. Os anos que vêm e que vão são viajantes também. Aqueles que passam a vida a bordo de navios ou envelhecem montados a cavalo estão sempre em viagem, e seu lar é lá onde essas viagens os levam. Os homens de antigamente, muitos morreram pelos caminhos e a mim também, durante os últimos anos, a visão de uma nuvem solitária levada pelo vento me inspirou idéias contínuas de meter o pé na estrada (...) Os espíritos do caminho me fizeram inúmeros sinais, e eu descobri que não podia continuar trabalhando e tinha que partir...
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*** Homenagem a: ***
Lidi
Lobibinha
__Mih__
MINA DA DESTRUICAO
Pam7

| Total da pilhagem: | 191.164,31 Litro de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 8 |
| Combates: | 6577 |
| Vencidos: | 6082 |
| Derrotas: | 495 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 370.000,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 10.000,00 ![]() |
| Danos causados: | 928646.89 |
| Danos sofridos: | 217237.46 |
| Nível do personagem: | Nível 36 |
| Força: | ![]() (79) |
| Defesa: | ![]() (77) |
| Agilidade: | ![]() (76) |
| Resistência: | ![]() (75) |
| Habilidade: | ![]() (45) |
| Experiência: | ![]() (6385|6480) |
| Desafios tentados: | 11 |
| Desafios bem sucedidos: | 10 |
| Desafios perdidos: | 1 |
| Gênero de guarda: | Cérbero Raivoso |
| Nome do guarda: | Cérbero Raivoso |
| Ataque: | ![]() (50) |
| Defesa: | ![]() (50) |
| Resistência: | ![]() (48) |
| Sexo: | masculino |
| Idade: | 20-25 Ano |
| Localidade: | Eremitério |
| Número ICQ: | Esqueci |
| MSN Messenger: | Se quiser me peça por msg |
| Yahoo: | Não Tenho |
| Nome AIM: | Não Tenho |
| Jabber | Não Tenho |
| Skype | Não Tenho |
[NOH] Saunterer Ainda não atingiu um ranking especial na arena.
| Alisce | Nível 12 | Pilhagem 22181.02 Litro de sangue |


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